Vim andar em tua mão,
teu destino sem centelha.
Segura a minha mão assim mesmo,
que as linhas se assemelham.
As que pressentiram o perigo
e emudeceram,
as que regaram o abismo
e não seguiram.
Vim esperar a chuva passar
no teu aceno.
Alisa meu cabelo,
consola minha fome,
o meu deserto,
em tua concha de mel,
cigarros e zelo.
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