A gente nasce homem e mulher
para as coisas de homem
e para as coisas de mulher.
Um dia aparecem,
à frente dessas generalidades,
as coisas de ser gente,
o dentro do sumo esborra.
Então a gente não é mais o que nasce.
A gente é o que é.
(A ilustração é um recorte do desenho de Fernando Marinho)
Nenhum comentário:
Postar um comentário