09 abril 2011

Registro XIV

O que tenho de saudade
eu não alcanço.
Suspendo a barra da calça
e a onda molha.
Beijo de língua,
labareda salgada
aos pés de minha alma.
Numa tarde ficarei assim:
sol se pondo no rosto franzido
sem entender porque fui embora.

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